Durante a safra, independentemente da cultura, uma das etapas que mais pesa no bolso do produtor é a aplicação de defensivos agrícolas. O custo com insumos é alto — e toda gota desperdiçada é dinheiro que escorre. É por isso que cada vez mais agricultores estão migrando para a técnica de baixa vazão, e com bons motivos.
“Quando a gente fala em pulverização, não é só jogar produto na planta. É aplicar com precisão, na dose certa, com cobertura adequada e o mínimo de desperdício. E é isso que a baixa vazão entrega.”
— Fernando Dedemo, especialista em aplicações eficientes e fundador da Kip International.
Afinal, o que é a baixa vazão?
Na prática, a técnica se aplica quando a taxa de aplicação fica abaixo dos 80 L/ha (dependendo do maquinário que estiver utilizando…) — considerado o padrão em muitas lavouras. Na Kip, temos clientes trabalhando com 40, 30 e até 20 L/ha com altíssima performance, desde que respeitemos os princípios básicos da tecnologia.
“Baixar a vazão não é simplesmente colocar menos água. É fazer uma aplicação mais inteligente. Você concentra o produto, reduz o volume de calda e, se os produtos forem compatíveis, melhora até a absorção por plantas e insetos-alvo.”
— Fernando Dedemo
Mais eficiência, menos custo e menos impacto
Ao adotar a baixa vazão, o produtor colhe diversos ganhos:
- Redução do consumo de água e combustível
- Menos desgaste de equipamento e maior tempo de máquina no campo trabalhando
- Aumento de rendimento operacional
- Aplicação mais concentrada e eficaz
“O produtor consegue aplicar mais hectares por dia, com menos reabastecimentos, menor custo de operação e, ainda por cima, com maior controle sobre o que está aplicando. Isso significa economia real, sustentabilidade e, principalmente, resultado na lavoura.”
— Fernando Dedemo
Não é mágica. É técnica.
É preciso fazer certo. Compatibilidade de calda, escolha do bico, altura da barra, condições climáticas e calibração do pulverizador fazem toda a diferença no sucesso da aplicação.
“O que prejudica a eficácia não é a baixa vazão. É fazer errado. Quando a técnica é bem aplicada, o produtor vê o resultado e não volta atrás.”
— Fernando Dedemo
Transformação que começa com conhecimento
Na Kip, acompanhamos o produtor do começo ao fim do processo. Através da Drop Size, nossa divisão de capacitação, oferecemos:
- Treinamentos técnicos e práticos em campo
- Suporte na escolha dos produtos e diluições
- Orientação sobre regulagem e ajustes de pulverizador
- Testes com papéis hidrossensíveis e análise de desempenho
“Nós não vendemos só um produto. Entregamos uma solução completa. O produtor sai da dependência da velha alta vazão e entra em um novo patamar de aplicação. E quando ele vê a diferença no resultado, não tem mais volta.”
— Fernando Dedemo
Esse post faz parte da Kip International, nosso blog publicado toda semana aqui no site. Gostou desse conteúdo? Compartilha com alguém que precisa ler isso e já segue a gente lá no instagram @kip_international