Estar em campo, ao lado do produtor, é onde a tecnologia KIP faz mais sentido.
Na 8ª Feira da Banana e do Agro, em Delfinópolis/MG, a equipe KIP International está presente com demonstrações práticas que mostram, em tempo real, como pequenos detalhes da aplicação definem o resultado na lavoura.
🔍 O que está sendo demonstrado na feira
Uma das demonstrações mais impactantes envolve algo que poucos produtores consideram antes de pulverizar: a direção do vento.
Com o uso de uma biruta de direção, é possível identificar com precisão a angulação correta para a aplicação — 45 graus em relação ao vento, que é o ângulo ideal para a maioria das culturas. Essa informação define a trajetória da gota antes mesmo do pulverizador ser acionado.
Na sequência, espelhos posicionados em campo simulam a superfície foliar — mostrando como a gota se comporta após 5 a 10 minutos da aplicação, em condições reais de umidade.
E é aí que a demonstração revela algo importante:
Sob luz normal, a cobertura parece uniforme. Mas ao retirar a iluminação direta, fica evidente que a deposição aconteceu apenas na face superior da folha — com a face inferior praticamente sem cobertura.
💧 Como resolver: o papel do vento e do vórtex
A solução não está em aumentar o volume de calda. Está em usar o vento a favor da aplicação.
Com a velocidade e o ângulo corretos, a aplicação gera um efeito de vórtex — que faz a gota contornar a folha e atingir tanto a face superior quanto a inferior com eficiência real.
É a diferença entre uma aplicação que parece boa e uma aplicação que realmente protege a planta.
🌿 Pulverizar bem é uma questão de técnica
Espelho, ângulo, vento. Ferramentas simples que revelam erros invisíveis e abrem espaço para uma aplicação mais eficiente, com menos desperdício e mais resultado por hectare.
Esse é o tipo de conhecimento que a KIP leva para o campo — e que faz diferença na próxima safra.